terça-feira, 12 de julho de 2011

Aniversariante do dia

Ontem (11 de julho) foi aniversário do nosso companheiro de PJ Luiz Henrique e devido a alguns probleminhas só conseguimos postar hoje.
Quando se faz aniversário somos parabenizados,porque nos dias de hoje seguir pelos caminhos corretos e viver nesse mundo que anda com as morais invertidas é motivo de ser parabenizado,e nesse dia nós da PJ queremos parabenizar o Luiz,começando pelo fato de hoje ser o seu aniversário,e estar completando mais um anos de vida e cada ano que se completa ganha-se mais experiência mais responsabilidade,mais maturidade,etc...e também  e deseja-lo nesse novo ano de vida que se incia muita paz, amor, saúde,felicidades,força,coragem fé...
e parabenizar também pela sua caminhada na PJ que já se faz por uns três anos,e por cada conquista que tem feito em sua vida pastoral.
E lembrar sempre que cada pessoa que entra em nossas vidas acrescenta-nos algo e com a PJ não poderia ser diferente e somos muito gratos a tudo que nos foi acrescentado com esse tempo de convivo com o Luiz
Parabéns,e mão com mão sempre.
(Endyra)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Um sonho

Ontem
Eu sonhei o teu sonho.
Sonhei que os soldados,
Cantando e dançando,
Libertando-se de todo mal
Surgiam de todos os lugares
Para velar o funeral
De todo arsenal
Das ogivas nucleares..

No sonho
Os homens não eram escravos
Nem de si
Nem dos outros
Tampouco das cores.
Pois o dinheiro
Havia sido morto
No combate com o amor.
As crianças,
Cravo e canela,
Dançavam com as flores,
Como não tinham fome
Caçavam estrelas
Quando cansadas
Tornavam-se nelas! 

Sonhei
Que as mulheres e os homens
Não tinham coisas, mas sentimentos.
E em sinal de alegria
Plantavam suas orações
Não de mãos espalmadas,
Mas de braços dados
Com o milagre do dia.
E Deus – todo pequeno gesto de amor-,
Não freqüentava igrejas,
Livros ou estátuas
Apenas corações...

Ontem
Sonhei o teu sonho
Sem saber que também era o meu.


(Sérgio Vaz)

O Jovem e a Igreja, uma relação

A maioria dos jovens brasileiros acredita em Deus, mas nem todos participam ou estão vinculados a uma instituição religiosa.

Antigamente, a juventude era iniciada na Igreja por uma tradição familiar e, hoje em dia, os/as jovens que são Igreja, fazem essa adesão por opção pessoal e desejo ardente do coração, que no caso da nossa religião cristã nasce a partir do encontro pessoal com Jesus Cristo.


A Igreja Católica historicamente vem buscando diversas formas de acolher a juventude, é claro que ainda precisamos avançar neste jeito de acolher os/as nossos/as jovens com as suas belezas, marcas e diversidades.

Quando começamos a caminhada na Igreja somos atraídos/as por diversas motivações: amizade, namoro, lazer, musica, conhecimento, sofrimentos, dores, sonhos... No início o grau de pertencimento não é muito alto, porém aos poucos e de diversas formas vamos dando sentido e resignificando o nosso lugar na Igreja.

Pessoalmente fui acolhida na Igreja num grupo de jovens chamado JVC (Jovens Vivendo em Cristo), naquele pequeno grupo numa pequena comunidade de Salvador fui aprendendo a ser melhor como pessoa, na comunidade, na Igreja e na sociedade.

O/a jovem que é Igreja se alimenta de três fontes fundamentais: oração, Palavra de Deus e Eucaristia. Nessas fontes buscamos forças para continuar a nossa caminhada de fé na nossa vida concreta e do nosso povo com todas as suas caras, jeitos e cores.

É importante partilhar que ser Igreja não anula o nosso ser jovem. A juventude da Igreja também sonha, canta, trabalha, erra, namora, chora, brinca, ri, estuda e atua nos diversos espaços da nossa sociedade.

Somos alimentados/as diariamente na comunidade, é no encontro com o/a outro/a que somos chamados/as a testemunhar o Evangelho  e a seguir a voz de Deus que nos chama a ser sal da terra e luz do mundo.

Hildete Emanuele de Souza,secretária Nacional da Pastoral da Juventude

Amai-vos uns aos outros

No Evangelho de São João encontramos uma longa passagem em que Jesus se despede de seus apóstolos, fazendo-lhes suas últimas recomendações antes de ser preso, julgado e condenado à morte na cruz. É uma espécie de testamento espiritual deixado aos discípulos, aos quais ele também chama amigos; suas palavras e seus gestos, carregados de profunda emoção e simbolismo, marcaram para sempre a vida dos discípulos e da Igreja, que nascia desse convívio de Jesus com eles. Para os cristãos de todos os tempos, essas palavras e esses gestos de Jesus são sagrados.
Jesus lavou os pés dos apóstolos e ordenou-lhes que fizessem a mesma coisa, pondo-se ao serviço do próximo com toda a humildade e dedicação: "Dei-vos o exemplo para que façais assim como eu vos fiz" (cf João 13,15). Não se trata apenas de um exemplo edificante, mas do sinal de participação no amor e amizade de Jesus. São Pedro relutou a deixar que o Mestre lhe lavasse os pés, mas Jesus lhe explicou: "Se eu não te lavar os pés, não terás parte comigo" (João, 13,6-10). Quem quiser ter parte no amor de Jesus Cristo deve amar o próximo, pondo-se ao seu serviço, como Jesus fez.
Logo em seguida, a narração continua com o mandamento novo e Jesus ordena: "Amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim deveis amar-vos uns aos outros" (João 13,34-35). A novidade desse mandamento consiste na medida do amor: "Como eu vos amei". De fato, as Escrituras Sagradas já registravam uma ordem semelhante de Deus: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo" (Levítico 19,18). Jesus coloca um referencial novo - "como eu vos amei" -, inseparável da primeira parte da recomendação - "amai-vos uns aos outros".
No mesmo relato de despedida, na comparação da videira, Jesus explica que a capacidade de amar "como" ele amou vem da união estreita do discípulo com o Mestre. Como o ramo não é capaz de produzir fruto sem estar unido ao tronco da videira, assim também o discípulo, sem uma vinculação estreita com Jesus, não saberá amar como ele amou. E o amor de Jesus se vincula diretamente ao próprio amor de Deus: amar a Jesus Cristo é amar a Deus e ser por Deus amado (cf João 15). Nesse mesmo contexto, Jesus recomenda novamente: "Este é o meu mandamento: amai-vos uns aos outros assim como eu vos amei" (João 15,12). Portanto, "como eu vos amei" tem sua origem no próprio amor de Deus, aprendido de Cristo e tornado possível com a ajuda dele. O Papa Bento XVI reflete sobre os vários graus do amor humano na sua primeira encíclica, Deus Caritas Est (Deus É Amor); na nomenclatura cristã, o amor com que Deus nos ama e com o qual devemos retribuir o amor de Deus se chama "ágape".
Jesus não excluiu ninguém do seu amor. Amou pessoas concretas, defendendo e restituindo a dignidade aos humilhados; amou os doentes, os pobres, as crianças, os homens, as mulheres. Em cada pessoa viu e amou um filho de Deus. Acolheu e perdoou os pecadores, mesmo não aprovando todos os seus comportamentos e atitudes, recomendando-lhes que não voltassem a pecar. Ensinou a amar também os inimigos e, ainda no momento extremo de seu suplício na cruz, ele próprio perdoou aos algozes: "Pai, perdoai-lhes; não sabem o que fazem". Amou com amor puro, genuíno, transparente, sem se apossar das pessoas como se fossem objetos de desejo; amou como Deus ama. Sim, amadas por Jesus, as pessoas sentiam-se amadas por Deus, dignificadas, profundamente valorizadas, restituídas à vida, felizes.
Logo após o "mandamento novo", Jesus colocou mais um parâmetro para o amor que praticou e ensinou a viver: "Não há maior amor que dar a vida pelos amigos". Ele próprio o fez: "Tendo amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim" (João 13,1). Seu "fim" foram prisão, tortura e injusta condenação à morte na cruz. Suportou tudo por aqueles que amava. E o fez também por toda a humanidade, para que cada ser humano pudesse sentir-se valorizado e amado por Deus: "Tanto Deus amou o mundo que lhe enviou seu Filho único para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (João, 3,16).
"Amai-vos uns aos outros" é apenas uma parte do mandamento novo de Jesus; sem a outra parte - "como eu vos amei" -, as belas palavras de Jesus ficam genéricas, ambíguas, expostas à instrumentalização subjetiva e ao deboche desrespeitoso. De fato, várias supostas maneiras de amar não são recomendadas por Jesus: amor possessivo, ciumento, irresponsável diante das consequências, anárquico, promíscuo, violento, sádico, devasso, egoísta, comprado ou vendido, contrário à natureza... Não são expressões de autêntico amor e, no mínimo, não podem pretender-se legitimadas pela recomendação de Jesus: "Amai-vos uns aos outros".
Mas é certo que fazem parte do amor vivido e ensinado por Cristo as qualidades exigentes que lhe atribui São Paulo no belo poema sobre o amor, na sua primeira Carta aos Coríntios (cf 13,4-8): "O amor é paciente, é benfazejo, não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza nem leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica feliz com a verdade. O amor desculpa tudo, tudo crê, tudo espera, suporta tudo. O amor jamais passará".
Semelhante amor está abrigado inteiramente nas palavras de Cristo: "Amai-vos uns aos outros... Como eu vos amei". Instrumentalizar essas palavras sagradas para justificar o contrário do que elas significam é profundamente desrespeitoso e ofensivo àquilo que os cristãos têm como muito sagrado e verdadeiro.
Cardeal dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
Publicado em O ESTADO DE SÃO PAULO,2011

Homem e mulher Ele os criou

O pensamento cristão procura compreender e explicar o ser humano à luz do desígnio de Deus sobre o homem e a mulher; esse desígnio pode ser conhecido pela natureza das coisas e pela revelação divina, recolhida na Sagrada Escritura. Assim, a antropologia cristã afirma que o ser humano é composto de dois gêneros: masculino e feminino. “Homem e mulher Deus os criou” (Gn 1,27), constata o autor sagrado, depois de relatar de maneira poética que Deus decidiu criar o ser humano à sua imagem e semelhança.
Afirma ainda a antropologia cristã que o ser humano não é fruto de uma evolução caótica, mas de um querer divino, sábio e bom, que não é difícil de ser reconhecido na própria natureza humana: na sua corporeidade, sua inteligência, vontade e capacidades naturais, orientadas não apenas para a sobrevivência, mas também para a busca da verdade e da plenitude do viver. O homem é dotado de liberdade e tem a capacidade de discernir e de decidir-se pelo bem ou pelo mal. No exercício da liberdade está uma das bases da grandeza e da dignidade do homem.
O ser humano, portanto, não é ‘esta metamorfose ambulante’, que segue vagando pela vida sem saber quem é, o que quer, para quê vive, por que é aquilo que é; nem está preso a um determinismo cego, que o acorrenta aos acontecimentos, sem que ele possa fazer-se senhor das próprias decisões. Cabe-lhe tomar conta de si mesmo e viver de forma responsável, conforme sua dignidade e sua natureza.
Um aspecto importante desse “viver conforme a sua natureza” consiste em assumir a própria identidade sexual. Há muita confusão sobre isso na cultura atual e a sexualidade já não é levada a sério, como um fato de natureza, mas é tida como um fenômeno cultural. Nem mesmo a diferenciação sexual entre masculino e feminino é levada a sério; corre muito a idéia de que a identidade sexual é moldada pela cultura e pela subjetividade e que cada um “constrói” a sua identidade sexual; a diferenciação sexual no corpo humano seria apenas um “fato secundário” e contaria mais aquilo que o sujeito decide ser. Identidade sexual seria uma questão de opção.
A consequência disso é que aumentam os comportamentos sexuais pouco definidos, nem masculinos, nem femininos. Sempre mais se fala de homossexuais, bissexuais, transexuais... Em tal contexto, ser heterossexual, com identidade definida de homem (masculino) e de mulher (feminina) aparece apenas como uma entre as tantas possibilidades e opções quanto à identidade sexual. A pergunta que fica no ar é se não há um grave equívoco nisso? Vai ficar assim daqui por diante? Aonde vai levar isso?!
Para a antropologia cristã, a confusão quanto à identidade sexual, que se espalha sempre mais na cultura, não deixa de levantar uma séria preocupação. Para o pensamento cristão, a diferenciação sexual (homem e mulher) deve ser levada plenamente a sério; a sexualidade afeta todos os aspectos da pessoa humana, na sua unidade de alma e corpo. Ela diz respeito à afetividade, à capacidade de amar e de procriar; de maneira mais geral, diz respeito à aptidão de criar vínculos serenos de comunhão com os outros.
Cabe a cada homem e mulher reconhecer e aceitar a própria identidade sexual. As diferenças e complementariedades físicas, morais e espirituais estão orientadas para os bens do casamento e da família. A harmonia do casal e da sociedade depende, em parte, da maneira como se vivem entre os sexos a complementariedade e o apoio recíprocos. A pretensão de mexer nessa harmonia que Deus estabeleceu entre os sexos e de submeter a identidade sexual ao arbítrio da vontade, tão influenciável por fatores culturais e dinâmicas sócio-educativas (ou ‘deseducativas’...), é uma temeridade, que não promete bons frutos para o futuro da humanidade.
A Igreja Católica, portanto, vê com preocupação a crescente ambiguidade quanto à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura. Antes de ser um problema moral, é um problema antropológico. Evidentemente, isso não justifica qualquer tipo de violência e agressão contra homossexuais ou quem quer que seja, mas é um convite a uma reflexão séria. Não é possível que a natureza tenha errado ao moldar o ser humano como homem e mulher. Isso tem um significado e é preciso descobri-lo e levá-lo a sério.
Para quem deseja a verdade e busca conformar sua vida ao desígnio de Deus, permanece o convite a se deixar conduzir pela luz da Palavra de Deus e pelo ensinamento da Igreja também no tocante à moral sexual. O 6º mandamento da Lei de Deus (“não pecar contra a castidade”) não foi abolido e significa, positivamente, viver a sexualidade de acordo com o desígnio de Deus.
Por Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo

Brasil está entre os 10 países com mais inscritos para a Jornada Mundial da Juventude


A informação foi divulgada na tarde do último dia 7, pela organização da Jornada Mundial da Juventude 2011, em Madri, na Espanha. A JMJ acontece dos dias de 16 a 21 de agosto, com a participação do papa Bento XVI. Até o momento, existem mais de 440 mil inscritos, vindos de 182 países, o que constitui um recorde na história das edições da JMJ, que acontece desde 1985.
Além de Portugal e Brasil estão no grupo dos 10 países com mais inscrições: Espanha, Itália, França, Estados Unidos da América, Alemanha, México, Polônia e Argentina.
A organização da JMJ lançou uma nova campanha de inscrições, através da Internet, pelo site: www.madrid11.com.
Fonte:CNBB

Diocese de Campina Grande apresenta propostas sobre melhorias para o meio ambiente


Foram apresentadas propostas e reivindicações sobre questões relacionadas o meio ambiente levantadas pela diocese de Campina Grande (PB). Estas propostas e reivindicações surgiram de um seminário sobre a Campanha da Fraternidade 2011, promovido pela diocese, em abril deste ano, que reuniu autoridades políticas, agentes de pastorais, cooperativas e lideranças comunitárias.
A equipe diocesana da Campanha da Fraternidade, acompanhada da coordenadora, Maria José de Melo, ficou responsável pela apresentação das propostas e reivindicações, que foi feita pela doutora em Meio Ambiente, Mônica Maria Pereira. Ela detalhou, entre outras coisas, os problemas que envolvem o lixão, o esgotamento sanitário e o déficit de árvores da cidade.
“Nós, enquanto Igreja, temos o interesse e a consciência de podermos ser uma voz que suscita à sociedade momentos de consciência, de conhecimento de compromissos com estas causas que dizem respeito à vida de todos”, destacou o bispo diocesano, .
Nas considerações finais da Sessão, os vereadores presentes afirmaram o compromisso de estudar as propostas apresentadas.
Fonte: CNBB

Bíblia e a Pastoral


A missão da Igreja tem seu fundamento na Palavra de Deus, contida na Sagrada Escritura. Isto não é um fato de hoje, mas vem desde sua origem. Vem das Palavras de Jesus e dos Apóstolos, passando pelos Padres da Igreja, fazendo parte essencial da História da Salvação em todos os tempos.

As nossas pastorais se tornam infecundas quando o anúncio não é a Pessoa de Jesus Cristo, isto é, anúncio de sua Palavra, de seu ensinamento e de sua própria vida. Aí encontramos as motivações para desenvolver o tema “Eucaristia e Missão”. A Palavra prepara a comunidade para vivenciar o Cristo Eucarístico.
Historicamente, estamos evidenciando uma passagem de momentos fortes em nossa atuação pastoral. Sequencialmente, a Igreja deu ênfase ao dado teológico, doutrinal e estruturada em princípios bem sólidos, que conseguiu influenciar a cultura milenar, ultrapassando os rincões da Idade Média.
Houve um salto para um Momento mais antropológico, voltando a atenção para a razão humana, tendo em vista a prática concreta da fé. Talvez pudéssemos chamar a isto de Idade Moderna, não só com o dado da fé e da Palavra de Deus, mas também com a capacidade racional da pessoa humana.
Agora se fala num aspecto cosmológico, mais globalizante, identificado como Idade Ecológica. É o que caracterizamos de Pós-Modernidade, de acento no indivíduo, mas relacionado com o todo ecológico. Mesmo com a evidência individualista, temos que nos dar conta de que tudo está concatenado, formando um todo existencial.
Podemos chamar a realidade atual de “capacidade quântica”, de somatório matemático, onde tudo está relacionado com tudo. É neste meio que a nossa ação pastoral deve transitar. Creio que a Palavra de Deus seja o grande referencial de unidade e de caminho que deve ser percorrido com segurança.
Todas as pastorais são convocadas para um olhar clínico de si mesmas. As transformações na sociedade são gritantes, que atingem a ação da Igreja. O momento exige mobilidade, nova animação e superação do comodismo. É necessário entender as propostas da nova cultura para evangelizar com bons resultados.

Dom Paulo Mendes Peixoto

Bispo de São José do Rio Preto - SP

Credo ecumênico da juventude Brasileira


Cremos no Deus, criador e solidário
Cremos em Jesus Cristo, amor que se fez gente
Cremos no Espírito Santo, sopro de vida e criatividade
Cremos na juventude
Cremos na coragem da juventude de mudar o mundo
Cremos no poder da indignação e no engajamento da juventude
Cremos na arte de viver da fé
Cremos na esperança, na alegria e na beleza de sonhar
Cremos na força e na felicidade do amor
Cremos na solidariedade ecumênica e na sua força renovadora da sociedade
Cremos no serviço a favor da vida e no amor ao próximo
Cremos no direito de todas as pessoas à cidadania
Cremos na luta apaixonada pelo direito à vida abundante
Cremos que agora e sempre é o momento de agir
Cremos na unidade
Cremos na diversidade
Cremos na justiça
Cremos na paz
Cremos que o nosso Brasil tem jeito!

Mártir da semana : Margarida Alves



“É melhor morrer na luta do que morrer de fome”

Este lema cunhado por Margarida Maria Alves em seu último discurso antes de ser morta, expressa e explica a motivação para a luta do trabalhador rural brasileiro que optou pela resistência ao latifúndio e à exploração do trabalho. Assim ela viveu, lutou e morreu assassinada a mando de um latifundiário.
Presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Alagoa Grande (PB), foi covardemente alvejada no rosto no dia 12 de agosto de 1983, em frente à sua casa e ao lado de seu filho, por ordem de José Buarque de Gusmão Neto, usineiro de Alagoa Grande, detentor de grande poder político e econômico no estado e, inclusive, no Colégio Eleitoral que elegia o Presidente da República na época da Ditadura Militar. Julgado somente 18 anos depois do homicídio, o usineiro e chefe político paraibano foi absolvido em junho de 2001 de seu covarde, hediondo e notório crime; mais um dos que seguem impunes entre os milhares perpetrados direta ou indiretamente pelos poderosos.
Na sua trajetória militante, Margarida Maria Alves se destacou sobremaneira na luta pelos direitos trabalhistas dos trabalhadores rurais de Alagoa Grande e do Brejo Paraibano, incentivando-os a fazer valer de fato o que lhes era negado pelos donos do poder econômico e político na região. À época, como resultado de sua liderança, foram movidas setenta e três reclamações trabalhistas contra engenhos e contra a Usina Tanques, de propriedade do mandante de seu assassínio, o que, em pleno período ditatorial, produziu uma grande repercussão e atraiu sobre si o ódio dos latifundiários locais que passaram a ameaçá-la e a tentar intimidá-la. Margarida, além de se não deixar abater por essas ameaças e intimidações, tornava-as públicas e fazia questão de respondê-las.
Margarida Maria Alves, nome de flor mas fibra de aço, mulher sertaneja, trabalhadora rural e líder sindical, morreu na luta, mas de fome a classe dominante não a matou.
Em sua homenagem, é realizada todos os anos no mês de agosto a Marcha das Margaridas que reúne milhares de trabalhadoras rurais.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Disse também Deus:

Produza a terra seres vivos de diferentes espécies:animais domésticos,animais rasteiros,e animais selvagens de diferentes espécies.E assim foi feito.E Deus fez as diferentes espécies de animais selvagens,de animais domésticos e de animais rasteiros da terra.E Deus viu que assim era bom.Por fim Deus disse:Façamos o Homem a nossa imagem,como nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar,sobre as aves do céu,sobre os animais domésticos,todos os animais selvagens e todos os répteis que rastejam sobre a terra.E Deus criou o Homem á sua imagem;á imagem de Deus criou;homem e mulher ele os criou(gênese) . Temos que entender que o próprio Deus na criação já quis que o mundo fosse repleto de espécies diferentes,e que o ser humano fosse sua imagem e semelhança ,e que houvesse harmonia em tudo que ele tinha criado  pensem em seus defeitos e pensem que mesmo cada um de vocês sabendo o quanto estes defeitos lhes incomodam vocês conseguem sobreviver com ele,e  que com isso cada um de vocês respeitem compreendam e aceitem os defeitos dos outros,porque é somente assim,aceitando,e acima de tudo respeitando o que tem no outro,que não nos agrada que conseguiremos conviver em harmonia,como Deus quis que fosse,que renasçam novos homens e novas mulheres capazes de superar as diferenças entre si,e fazerem no fim prevalecer o amor de irmão,que é o que todos nós somos perante o olhar de Deus,somente isso,irmãos,nem melhores nem piores uns que os outros,somente irmão,somente iguais,somente frutos do amor divino que é maior,muito maior que qualquer defeito humano.
 

(Endyra)

Um dia você aprende que...

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você é na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você mesmo pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar-se a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar

Willian Shakespeare

Um Tempo...

Os tempos se impõem aos humano.
Tudo tem a sua hora,cada empreendimento tem o seu tempo debaixo do céu
Um tempo para nascer
Um tempo para morrer
Um tempo para plantar
Um tempo para arrancar o plantado
Um tempo para matar
Um tempo para curar
Um tempo para destruir
Um tempo para edificar
Um tempo para chorar
Um tempo para rir
Um tempo para lamentar
Um tempo para dançar
Um tempo para espalhar pedras
Um tempo para ajuntá-las
Um tempo para abraçar
Um tempo para abster-se de abraços
Um tempo para procurar
Um tempo para perder
Um tempo para guardar
Um tempo para jogar fora
Um tempo para rasgar
Um tempo para costurar
Um tempo para calar
Um tempo para falar
Um tempo para amar
Um tempo para a guerra
Um tempo para a paz.
(Eclesiastes 3.1,8)

A águia e a galinha: uma metáfora da condição humana

Era uma vez um camponês que foi a floresta vizinha apanhar um pássaro para mantê-lo em sua casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Coloco-o no galinheiro junto com as galinhas. Comia milho e ração própria para galinhas. Embora a águia fosse o rei/rainha de todos os pássaros. 
Depois de cinco anos, este homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é galinha?! É uma águia!
De fato – disse o camponês. É águia! Mas eu criei como galinha. Ela não é mas uma águia. Transformou-se em galinha como as outras, apesar das asas de quase três metros de extensão. Não, retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Pois tem um coração de águia. Este coração a fará um dia voar ás alturas.
- Não, não – insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e desafiando-a disse: - já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não a terra, então abra suas asas e voe!
A águia pousou sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
Não – tornou a insistir o naturalista. Ela é uma águia. E uma águia será sempre uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã...
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra as suas asas e voe! Mas quando a águia viu lá embaixo as galinhas, ciscando o chão, pulou e foi para junto delas.
O camponês sorriu e voltou à carga: - Eu lhe havia dito, ela virou galinha! - Não – respondeu firmemente o naturalista. Ela é águia, possuirá sempre um coração de águia.
Vamos experimentar ainda uma ultima vez. Amanhã a farei voar...
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram para fora da cidade, longe das casas dos homens, no alto de uma montanha. O sol nascente dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia como se experimentasse nova vida. Mas não voou.
Então o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, para que seus olhos pudessem encher-se da claridade solar e da vastidão do horizonte. Nesse momento, ela abriu suas potentes asas, grasnou com o típico kau-kau das águias e ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto, a voar cada vez mais para o alto. Voou... voou... até confundir-se com o azul do firmamento...
E Aggrey terminou conclamando:
- Irmãos e irmãs, meus compatriotas! Nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus!
Mas houve pessoas que nos fizeram pensar como galinhas. E muitos de nós ainda acham que somos efetivamente galinhas. Mas nós somos águias. Por isso, companheiros e companheiras, abramos as asas e voemo . Voemos como as águias. Jamais nos contentemos com os grãos que nos jogarem aos pés para ciscar.Autor: Leonardo Boff

O jovem e a fé

J. B. Libanio
Jornal de Opinião – fevereiro 2011  
                   Situação bem paradoxal. Os jovens sentem dificuldade em face das instituições. As Igrejas, enquanto tais, com normas, regras, doutrinas, prescrições, moral vinculante não os atraem. Pelo contrário eles se posicionam criticamente diante delas como tendência geral. No entanto, há grupos aguerridos que as defendem com unhas e dentes. Primeiro paradoxo.
                   Ao lado da repulsa à religião, como organização, alastra-se, porém, entre eles a busca de experiências religiosas diversificadas, estranhas, exóticas, não raro conjugadas com alucinógenos. Pouca religião e muita religiosidade. Que significa isso? E que diz a fé sobre os dois paradoxos?
                   Eles respondem bem à pós-modernidade. Ela anuncia o fim das grandes narrativas. Os projetos maiores, que orientaram toda a vida da sociedade, como foi a religião cristã durante séculos no Ocidente e o socialismo nos países do Leste por décadas, estão a perder força junto à nova geração, marcada pela midiática.
                   Em seu lugar, entram as pequenas narrativas que se difundem por meio de experiências grupais, entre elas as religiosas. Estas crescem e se veem povoadas por freqüentadores da classe juvenil. As pequenas narrativas permitem maior rotatividade. Ora os jovens se alimentam de uma, ora de outra. Como alguém comentou ironicamente: elas se assemelham a ônibus circular, sempre cheio, mas não com as mesmas pessoas. Umas descem, outras sobem.
                   A fé situa-se respeito a esse fenômeno de decréscimo da religião e de ascensão da religiosidade de maneira crítica. Ela interpreta a ambas as realidades a partir, em última análise, da pessoa de Jesus. Ele deslocou para a práxis da caridade, especialmente em relação aos pobres, o sentido maior da relação com Deus.
                   Tanto a religião com a complexa estrutura de organizar a vida quanto a religiosidade com a capacidade insinuante de penetrar a subjetividade caem sob o juízo da fé. Ela testa as duas a partir do duplo sermão de Jesus: escatológico (Mt 25, 31-40) e da Montanha (Mt 5, 3-11). Até onde a religião e a religiosidade ajudaram os fieis a saciarem os famintos e os sedentos, a acolherem os forasteiros, a vestirem os nus, a visitarem os doentes e encarcerados? A fé interpela o cristão nessa direção porque ela reconhece em todos eles a pessoa de Jesus.
                   Até onde a religião e a religiosidade forjaram as pessoas simples, pobres de espírito, que não se preocupam com o amanhã, famintas e sedentas de justiça, misericordiosas, puras de coração, construtoras da paz, que suportam a perseguição pelo Reino de Deus? A fé proclama o sermão da montanha como portal de ingresso. Não se entra nela sem escutar e praticar tal pregação de Jesus.
                   Não raro acontece que os jovens se identificam com esses dois clássicos sermões de Jesus. Então absorveram o melhor da fé cristã, mesmo que sintam dificuldades em face de elementos da religião cristã e vivam religiosidade peregrina. A pedra de toque da fé chama-se serviço ao irmão, encontrar a Deus neles e especialmente naqueles que a sociedade exclui.

a matéria que calou o mundo

Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.
Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:
"De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso."Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade."Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro.O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.""Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser
internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.
Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação."Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito, um milionário japonês,decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado."Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York,como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro."Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.
"Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro."Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo.Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

CONQUISTA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA ZONA LESTE

Participe da Celebração da Vitória da
“
Universidade Federal na Zona Leste” 
Ligue para o Prefeito Gilberto Kassab e convide para estar presente dia 10 de Julho,  e assim assinar a COMPRA DEFINITIVA DO TERRENO: 3113.8000
Dia: 10 de Julho de 2011, Domingo.
Horário: 9,30 horas da Manhã: “CELEBRAÇÃO DA VITÓRIA”
Local: Na Avenida Paranguá, Centro de Ermelino Matarazzo, 7194.4426.
**  Participe da 20ª. Festa das Nações do Lar Vicentino nos dias 9 e 10 de Julho na Avenida
       Paranaguá, centro de Ermelino Matarazo: 7194.4426. É a Festa mais bela da Zona Leste.
Quais os Cursos que você propõe para a UNIVERSIDADE FEDERAL DA ZONA LESTE? Indique duas sugestões e traga dia 10 de Julho, Domingo, às 9,30 horas, na Celebração da Vitória; OU envie para: vozdacomunidade@uol.com.br
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Informações: Jornal Voz da Comunidade, Luis 7194.4426. Fale com as Lideranças do Movimento da Universidade Federal do seu Bairro. A luta é de todos/as. A vitória será de todos/as. Participe